Escola de Ciência Política


Talvez sempre é melhor do que nim!
Dezembro 2, 2006, 5:03 pm
Filed under: Cogitadelas

E por que sim? E por que não? Talvez sempre é melhor do que nim!!!

Vejo, “porque hoje é sábado, que meu mui citado mestre JAM insiste na sua costelite monárquica, e que a sua revolta anti-situacionista o leva a dizer sim à IVG!
Para quem já percorreu muitas das linhas escritas pelo Professor, ou ainda, já tenha gasto milhas a ler o quanto obriga o seu entendimento (e, acreditem, tem de se ler muito), fácil será dizer, assim, que não deve ter chegado àquelas resoluções ‘de ânimo leve’, pois se há característica na sua personalidade (pelo menos a academicamente conhecida) é a do seu idiossincrasismo, ou a eclética postura de quem nunca se deixa levar pelos racional-reducionismos do facilitismo balofo, tipo complexo intelectualoidismo de esquerdas ou direitas.
Isto é, porque hoje é sábado, se quisermos assumir o armilar desígnio da portugalidade, livremente escolheremos a forma de Estado que mais convém ao povo, essencialmente traduzida nos poderes confluentes da sua organicidade histórica, nessa visão agostiniana da federalicidade intuída por cada “homem, mais o seu cão e o seu chão”, qua assim forma aquela que é a primeira república, tendo apenas como soberano de quem é súbdito o seu Deus …!
E, porque amanhã é Domingo, apenas tenho a dizer, numa postura nada misógina, que cada mulher deve saber, melhor do que ninguém, o que lhe vai dentro do ventre! Mas, acima de tudo, que essa como as muitas outras questões que se levantam quando quer matar o que, seja por que motivos forem, traz gerado dentro de si, sejam respondidas, monárquica ou republicanamente, depois de esgotadas todas as possíveis resoluções das ditas: acima de tudo, pela dignidade da mulher, que a IVG seja realizada em condições física e psicologicamente condizentes com a realidade do que se trata, que é a de praticar uma assistência moral, clínica, e socialmente eficaz, quando a responsabilidade de quem pratica o acto (a activa do agente interventor e daquela em quem o acto é praticado por sua vontade, e a passiva, em quem o acto é praticado, quando, por razões de força maior, alheias à sua vontade, tenha de o fazer) esteja salvaguardada! Ou seja, quando se torne admissível tal acto, que seja praticado nas condições condignas da consciência social a que as espectativas do cidadão do século XXI conduzem! Amen!!!
PS: Não sei se teria uma atitude equivalente, se tivesse realizado um Curso de Defesa Nacional. No entanto, porque já concretizei muitos cursos, posso avaliar que as minhas opiniões têm fundamentos sólidos, não apenas por que são de quem lê muito, mas porque vêm de experiências que também vivi, com ou sem as respectivas traduções teóricas, e enriqueceram o entendimento que tenho das minhas atitudes! Parafraseando mestre JAM, que também cita por quem alinha o pensamento, tento “viver como penso”, embora esta como outras atitudes que nos demandam me obriguem, também, a pensar como vivo!!!
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